domingo, 6 de maio de 2012

DANÇA KUDURO!!


A primeira versão dessa música se chama Vem Dançar Kuduro, feita em 2010, com participação de Big Ali, um MC sueco. Esteve na primeira posição em rádios de todo o mundo, e fazendo sucesso nas pistas de dança da Europa. Logo em seguida ganhou uma versão Portoriqueña com o Don Omar e está em 2º lugar da billboard.
E não param de fazer REMIX dessa canção, recentemente o Daddy Yankee e o Arcangel lançaram um REMIX OFICIAL dessa canção, e já é comum ouvirmos dezenas de versões e paródia desse sucesso mundial.

Para melhorar ainda mais, Lucenzo é de Portugal, facilitando assim um maoir entendimento de nosso povo com essa cultura magnifica.E a música Danza Kuduro é ouvida bastante aqui no Brasil também.

ASSISTA  a primeira versão da música:





Imigrantes trazem ritmo kuduro angolano ao Brasil

Há alguns anos, um ritmo de batidas rápidas e forte sotaque lusófono chegou ao Brasil. No Rio e em São Paulo, o kuduro pode ser ouvido em casas noturnas e, em Salvador, o som tem até bloco próprio durante o carnaval.
O kuduro é um ritmo angolano cuja trajetória se assemelha ao funk carioca. Nascido nas periferias da capital Luanda há cerca de dez anos, com base em uma dança que envolve fortes movimentos nos quadris (sim, o nome vem daí), a música é hoje um fenômeno! É uma espécie de mistura de elementos da música tradicional africana, como afro zouk, com hip hop, techno ou house music.

As letras, cantadas em português angolano, refletem temáticas simples e bem-humoradas em tom de crônica social, centradas na vivência das classes mais pobres que habitam os guetos, ou musseques, das cidades angolanas.
 
No Brasil, o kuduro chegou com os imigrantes, já que o país é um dos principais destinos de angolanos, segundo a embaixada do país em Brasília. 

De certa forma, a chegada do kuduro é a inversão de uma tendência que durante décadas tem marcado as relações culturais entre os dois países. Os angolanos consomem muitos produtos culturais brasileiros, desde música até novelas. Não é a toa que um dos principais mercados ao ar livre de Angola se chama Roque Santeiro, em homenagem ao personagem da novela brasileira.

Com o kuduro, os brasileiros entram em contato com a realidade dos jovens daquele país, segundo Alvaro di Amaro, o DJ Panafricano, precursor do ritmo em Salvador. “É bom para o pessoal conhecer a realidade deles, que estão ainda saindo da guerra civil. As letras são de crítica relacional, falam da temática da juventude, uma crítica construtiva, de usar camisinha. Têm uma crítica, mas também uma sátira bem apimentada, é sempre muito engraçado”.

Nos últimos anos, grandes nomes do kuduro angolano passaram a visitar com frequência o Brasil. Músicos como o DJ Zenobia e o cantor Yuri Cunha também vieram para cá divulgar o ritmo.

O DJ Dog Murras, um dos maiores nomes do ritmo, passou por Salvador, onde fez parcerias com Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Claudia Leite e Marcio Victor do Psirico. “Desde aquela data começou todo o movimento expansionista desta via de exportação de algum elemento da cultura angolana”, diz ele. “É a porta de entrada deste movimento de corpo e alma, foi o estado mais negro da América Latina, a Bahia”.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/1516/imigrantes+trazem+ritmo+kuduro+angolano+ao+brasil.shtml

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